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Início » O impacto do design artesanal na economia criativa dos EUA
Economia

O impacto do design artesanal na economia criativa dos EUA

By Maiara Gomesdezembro 18, 20254 Mins Read
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Avanço do mercado feito à mão e consumo sustentável impulsiona oportunidades para designers artesanais e Karla Ferraz destaca como essa produção fortalece renda e atende o setor de interiores

A economia criativa dos Estados Unidos vive um ciclo de expansão sustentado pelo crescimento do setor de artes, cultura e design. Dados recentes do National Endowment for the Arts (NEA) e do Bureau of Economic Analysis (BEA) mostram que as indústrias criativas adicionaram 1,2 trilhão de dólares ao PIB americano em 2023, representando 4,2 por cento da economia nacional e empregando milhões de trabalhadores em atividades como design, artesanato, decoração e criação de ambientes. 

Esse movimento se reflete diretamente no mercado de mobiliário feito à mão, segmento que tem ganhado força com a busca por autenticidade e sustentabilidade nos projetos de interiores.

Relatórios de mercado indicam que o setor de handicrafts nos Estados Unidos alcançou 319,4 bilhões de dólares em 2024, segundo levantamento da empresa de pesquisa Research and Markets, com projeção de crescimento contínuo até 2032. 

A valorização de técnicas manuais, materiais naturais e peças produzidas em pequena escala acompanha uma tendência global de consumo consciente. Levantamento da PwC aponta que consumidores estão dispostos a pagar, em média, 9,7 por cento a mais por produtos sustentáveis, enquanto pesquisas da Deloitte mostram que dois terços de millennials e Gen Zs preferem adquirir itens com menor impacto ambiental.

Nesse cenário, o trabalho de designers independentes e marceneiros autorais torna-se estratégico para suprir a demanda por personalização. 

Para a designer brasileira Karla Ferraz, que atua há mais de uma década com mobiliário artesanal em madeira maciça, o crescimento do setor nos Estados Unidos abre espaço para profissionais que dominam todas as etapas do processo criativo. “A produção manual qualificada atende uma necessidade real do mercado americano. As pessoas querem peças que expressem identidade e que possam dialogar com o ambiente de forma única. Esse tipo de produto não sai de uma linha industrial”, afirma.

Estudos do American Society of Interior Designers (ASID) reforçam essa mudança no comportamento do consumidor. Em pesquisas realizadas nos últimos anos, mais da metade dos designers de interiores relataram aumento da procura por peças únicas, feitas sob encomenda, especialmente para projetos residenciais de alto padrão. Esse movimento também impulsiona a participação em feiras do setor, como ICFF e AD Design Show, que se tornaram vitrines para o trabalho de artesãos que buscam ampliar redes de contato com arquitetos e studios de interiores.

Para Ferraz, abrir um ateliê nos Estados Unidos permitiria não apenas atender a um público que valoriza o handmade, mas também contribuir para a economia criativa local com geração de renda e oferta de mão de obra especializada. “A marcenaria autoral exige domínio técnico e respeito ao tempo de criação. Essa combinação é cada vez mais rara. Ao produzir peças sob medida e oferecer consultoria personalizada, o artesão fortalece toda a cadeia do design, colaborando com arquitetos, decoradores e lojistas”, explica.

A expansão do setor imobiliário e o aumento de reformas residenciais também favorecem o crescimento do mercado de decoração. Com mais famílias investindo em ambientes multifuncionais, integrações com áreas externas e materiais naturais, a madeira maciça e os acabamentos orgânicos retomaram protagonismo. Em paralelo, movimentos como o design biofílico, que prioriza elementos naturais e conexão com a natureza, reforçam a busca por peças que preservem texturas, veios e imperfeições da matéria-prima.

A atuação de designers como Ferraz também dialoga com o fortalecimento da cultura artesanal, uma vertente da economia criativa que valoriza preservar técnicas tradicionais, oferecer produtos duráveis e promover experiências estéticas que não se repetem. Para ela, o impacto vai além da peça em si. “Quando o consumidor escolhe algo feito à mão, ele movimenta uma cadeia inteira. Desde fornecedores de madeira sustentável até pequenos ateliês e profissionais independentes. É uma contribuição cultural e econômica ao mesmo tempo”, afirma.

Com projeções positivas para o mercado de decoração e uma demanda crescente por produtos personalizados, o design artesanal se consolida como uma força relevante na economia criativa norte-americana. A combinação entre técnica manual, estética autoral e consumo sustentável coloca artesãos e designers independentes como agentes essenciais para atender as novas exigências do setor e reforça o papel de profissionais como Karla Ferraz na construção de ambientes que unem identidade, funcionalidade e preservação da natureza.

 

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